• 21/05/2024

Você sabe o que é cross docking e como ele se relaciona com o transporte terrestre? Muitas empresas utilizam essa técnica para otimizar suas entregas e obter um controle mais eficiente sobre as mercadorias.

Descubra como o cross docking pode impactar positivamente suas entregas, resultando em economia significativa para sua empresa. Com essa prática, você pode, em alguns casos, eliminar a necessidade de pagar por armazéns ou arcar com os custos de manutenção de estoque.

Neste artigo, vamos explorar as técnicas de cross docking mais adequadas aos seus negócios, mostrando como elas podem fazer a diferença.

Conceito de cross docking

Esse termo, literalmente conhecido como “cruzando as docas”, é amplamente utilizado em portos e navios, tanto para armazenagem de cargas quanto para a transferência entre embarcações. Na logística de transporte de carga, o cross docking refere-se à forma mais ágil de carregar e armazenar mercadorias.

Por exemplo, uma empresa de caminhões que precisa realizar a transferência de carga pode se beneficiar desse processo. Nesse caso, vários veículos menores saem do mesmo armazém para destinos diferentes, agilizando o processo de descarregamento, conferência e redistribuição dos produtos.

Atualmente, existem três tipos distintos de cross docking. Acompanhe a seguir para entender como cada um deles funciona.

1 – Cross docking pré-distribuído:

Esse modelo é adotado pelas grandes empresas como uma forma básica de transporte. Nele, os gestores já planejam todos os detalhes, desde o horário de saída e armazenagem até o momento da entrega. A administração também realiza consultas especializadas para gerenciamento de riscos em todas as etapas. Nesse tipo de cross docking, é comum que o estoque não seja armazenado, pois as mercadorias, que já estão vendidas, vão diretamente do fornecedor ao cliente final.

2 – Cross docking consolidado:

Nesse tipo de cross docking, ocorre o descarregamento e manuseio dos produtos antes de prosseguirem viagem. Muitas vezes, os compradores exigem certas especificidades nos produtos que não são atendidas na fábrica. Portanto, é necessária a realocação da mercadoria. Os produtos saem da fábrica ou do fornecedor inicial, mas antes de chegarem ao destino final, toda ou parte da mercadoria é desembalada, analisada e adaptada às exigências dos clientes. Isso requer o uso de armazéns especializados. Após a manutenção adequada, a carga é novamente carregada no transporte, retornando ao caminhão ou sendo acondicionada em outros veículos, somente então seguindo para o destino.

3 – Cross docking híbrido:

Esse tipo de cross docking é ao mesmo tempo o mais flexível e complexo. Requer melhor coordenação e habilidades técnicas de todos os envolvidos. Envolve a combinação da carga proveniente dos fornecedores com a carga já existente em um armazém. Muitas empresas utilizam até mesmo software específico para transportadoras, devido ao alto nível de controle exigido. Além disso, é necessário localizar cada produto e ter conhecimento exato da quantidade de mercadoria que será descarregada e carregada novamente.

Com base nas informações apresentadas, é fundamental compreender os diferentes tipos de cross docking que existem, entendendo o funcionamento de cada um deles. Dessa forma, é possível utilizar a abordagem mais adequada de acordo com a necessidade específica. Para o cliente, é crucial que a mercadoria chegue conforme as especificações e dentro dos prazos estabelecidos. Em alguns casos, quando há urgência, é ainda melhor que a entrega seja realizada antecipadamente. Tudo depende das necessidades das pessoas envolvidas.

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